Muito mais do que a prevista classificação para a final da Taça Guanabara conquistada nos pênaltis sobre o Botafogo (já vi esse filme), a grande notícia desta segunda-feira foi o justo e tardio reconhecimento por parte da CBF de que somos mesmo os campeões brasileiros de 1987.
Timaço de 1987 e, logo abaixo, imagens do jogo contra o Botafogo
Quanto ao Sport, nada a declarar. A divisão do título com os pernambucanos fica como uma esmola, um cala boca do tipo “fica com isso aí e não reclama porque está bom demais pra vocês”, pois todos sabem quem é de fato o detentor do título. Ganhamos a final na bola e ponto.
Gol de Bebeto na decisão contra o Internacional. Mengão 1 a 0.
Por outro lado, é de se estranhar a postura do São Paulo, que na semana passada recebeu da Caixa Econômica Federal a polêmica Taça das Bolinhas (que, por direito, se destinaria ao primeiro clube que conquistasse cinco títulos nacionais). Os dirigentes do tricolor paulista parecem ter a memória curta e se esqueceram que na época ajudaram a organizar, concordaram, participaram e assinaram o regulamento da Copa União, juntamente com todo o Clube dos 13. Os caras estão até parecendo aquele menino que encontra um brinquedo que sabe que é de um coleguinha e teimam em não devolvê-lo.
Muita água ainda vai rolar até que se concretize quem vai ser o dono da banca, mas o que aconteceu hoje, por si só, já é um feito histórico e deve estar fazendo muita gente se borrar de medo.
Agora, cá entre nós, finalmente entendi o motivo de o presidente do SPFC, senhor Juvenal Juvêncio, ter afirmado que “ia se deliciar” ao segurar e se abraçar com um troféu que sabe muito bem não lhe pertencer. Sabe aquele papo do chupa que é de uva? Pois é.
Júnior, o maestro, capitão do penta em 92
E para que você não diga que sou só eu e toda a Nação Rubro-Negra, que cantávamos o penta desde 92, insistimos demais neste assunto, leia o que o ilibado Rica Perrone diz a respeito.








0 comentários:
Postar um comentário